História
do Teatro Romano
Há
várias histórias de como começou o teatro romano:
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Etruscos: A primeira é de que o Senado decidiu incorporar os jogos cênicos da Etrúria. Os Etruscos não tinham um espetáculo à La Gregos, mas incorporavam música e dança. A partir disso, segundo Tito Lívio, os jovens passaram a introduzir textos nelas. Tal iniciou a sátira dramática, conhecida como Satura.
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Camponeses: Caso seguirmos Virgílio, começou com os camponeses durante as festas rústicas nos vinhedos. Assim como a lenda dos etruscos, ambas eram voltadas à comédia.
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Hierão II de Siracusa: Esta é de que o Senado tenha tido a ideia de incorporar espetáculos semelhantes aos apresentados em Siracusa e na Grécia.
No
princípio, o teatro romano era voltado ao cântico, ou seja, o texto
falado era cantado em versos jâmbicos – havia peças que tinham
versos com a mesma métrica; e outras, diferentes.
O
início de uma epidemia fez o Senado trazer artistas etruscos –
bailarinos, mimos e músicos – a fim de esconjurá-la. Com isso,
chegaram os ludis scaenici; uma série de jogos com representações
cênicas. Tais originaram as ludis romani – duravam 77 dias, sendo
que 55 eram consagrados ao teatro. Ele não era feito apenas para
honrar Júpiter, mas a fim de comemorar o aniversário do fim das
Guerras Púnicas. Nesse, os edis - organizadores do espetáculo –
encomendaram a Lívio Andrônico, a tradução de uma peça grega, a
fim de ser atuada no mesmo espetáculo em que se encontravam
gladiadores e artistas circenses. A partir disso, o autor passará a
traduzir, adaptar, dirigir e atuar em várias outras peças gregas.
Assim,
os escritores começaram a fazer os seus textos, conhecidos como
pretextos (tragédias romanas com influências gregas). Alguns, como
Plauto, foram influenciados pela Comédia Nova de Menandro; outros
resolveram traduzir peças gregas. Era considerada uma vergonha
quando alguém era denunciado por “plagiar” aos gregos. Para que
isso não acontecesse, passaram a misturar obras famosas
transformando-as em uma. Além de que, resolveram readaptar para
temas mais romanos.
Após
isso, houve uma época de transição em que o teatro voltou-se aos
rituais (casamentos, velórios). Paralelo a isso, a comédia foi
aperfeiçoada para tratar de temas cotidianos. Considera-se que ela
tenha sido influenciada pelas atelanas, originando as comédias de
taberna – aventuras do povo das tabernas. Com isso, os personagens
já não eram mais gregos, mas romanos.
Na
República, era comum a mimese, onde os atores passaram a cantar
enquanto faziam os mimos; em outros casos, havia outro ator que
cantava as histórias. Esses mimos divertiam o público, pois havia
muito improviso – e até cenas imorais e de pornografia. Além
disso, se preocupavam com a opinião do público: queriam mostrar o
espetacular, o sensacional e o grosseiro. Caso alguma peça fosse
desaprovada, o promotor do espetáculo devolvia o subsídio que
recebera.
A
chegada do império fez com que destacassem os imperadores amantes do
teatro, como Nero. Este amava mimo – casou-se com um após deixar
Pompéia – tanto é que ele mesmo realizava. Porém, havia aqueles
“sanguinários” que gostavam de algo mais realístico: em cenas
de morte, queriam presenciá-la, então colocavam os condenados em
cena. Também surgiram as comédias para locais privados, e as
declamações. Um autor foi Sêneca, próximo a Nero, que inspirou
alguns artistas Renascentistas.
Não
se pode deixar de citar a decadência do império romano. O governo
retirava dinheiro das tropas para o seu próprio luxo. Estas, sem
pagamento, tiveram de parar com as conquistas territoriais, causando
a diminuição do número de escravos. Sem escravos não havia
mão-de-obra na agricultura. Iniciaram-se as invasões bárbaras e o
urbanismo. Sem escravos e com a formação das cidades, passaram a
buscar melhores condições de vida nelas, o que resultou em
desemprego. O imperador, então, resolveu procurar uma solução:
instituiu o “Pão e Circo”, ou seja, comida e diversão a todos.
Neste
período, há indícios de mulheres atuando. Uma delas foi Teodora,
esposa de Constantino (Império Bizantino): era mimo. Mas elas eram
muito mal-vistas pela sociedade, tanto elas quanto qualquer ator.
Tanto é que em Bizâncio, o Codice Teodosiano estabeleceu que os
artistas não tivessem direitos às leis civis e nem à salvação
divina, isso até para aquele que se casasse com alguém do ramo
artístico.
Apesar
disso, com o tempo o público passou a esquecer o teatro. Uma das
razões foi a construção dos anfiteatros onde realizavam as lutas
de gladiadores (Coliseu). Outro foi a preferência por algo mais
simples como o mimo.
A
situação do teatro piorou com a chegada do Cristianismo: as
representações teatrais foram proibidas. Passaram a perseguir os
atores e a fazer longos discursos contra eles, pois acreditavam que
estavam realizando atos pagãos e espalhavam imoralidades. Esse
pensamento perdurou até o classicismo tardio. Tertuliano foi um que
espalhou escrituras contra os espetáculos; além disso, acreditava
que eles desviavam a moral do cidadão. Segundo este: “Não há
espetáculo sem violenta agitação da alma”. Outro foi Santo
Agostinho: acreditava que deveria se evitar a paixão ao teatro:
“Qual a razão de sofrer com o que está sendo visto em cena?”,
“A dor é honrosa caso acompanhada de compaixão”.
Era
o fim do teatro.
Estrutura
do Teatro
Até
56 a.C., as peças eram encenadas em palcos feitos de madeira. Após
as apresentações, eles eram destruídos – havia uma lei que
proibia palcos permanentes. Porém, após a construção do Teatro de
Pompeu, com o tempo a situação mudara: as construções passaram a
ser de mármore e alvenaria. Tais eram construídas em terrenos
planos.
Houve
algumas mudanças que se diferenciava da grega:
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Com o fim do coro, o local da orquestra ficou para os espectadores.
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Para melhor visão do público, o palco abaixara.
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Cobertura da cavea – um toldo para proteger da chuva e luz solar.
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Poderiam ser construídos tanto em terrenos planos como em colinas.
Ele
era dividido nas seguintes partes:
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Proscênio: palco onde ocorre a ação dramática
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Scenae Frons (Frente do palco): uma dupla linha de colunas
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Pórtico detrás do cenário: pátio com colunas localizadas atrás do palco e cenário
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Orchestra: a estrutura ficou em formato de semicírculo. Era onde se sentavam as autoridades.
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Aditus: corredores laterais em direção à Orchestra
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Cavea: local onde se sentavam os espectadores.
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Vomitoria: Entradas abobodadas por onde se acessava a cavea.
Principais
teatros:
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Coliseu: Esse anfiteatro originou uma série de ações: lutas de gladiadores, batalhas navais – era “inundado” para realizá-las devido ao seu excelente sistema de drenagem –, assassinato de animais,...
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Teatro de Pompeu: Construído por Pompeu, visando à popularidade, foi o primeiro teatro permanente de Roma. Era composto de um jardim central com estátuas de grandes atores, além de um espaço para encontros do Senado. Localiza-se no Largo di Torre Argentina em Roma.
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Teatro de Marcelo: Nome em homenagem a Marco Cláudio Marcelo, sobrinho de Augusto. O teatro fora construído a fim de superar o construído por Pompeu no Campo Márzio. Júlio César foi quem o projetou, mas o fundador é Augusto. Possui 130 metros de comprimento.
Festividades
Religiosas
Originadas
pelos etruscos, esses festivais duravam em torno de 77 dias. Sendo
que 55 deles eram voltados ao teatro. Tais fizeram com que a
encenação tivesse um maior número de aceitação do público.
Compreendia em:
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ludi romani: honra à Tríade Capitolina (Júpiter, Juno e Minerva)
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ludi Plebeii: honra a Júpiter
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ludi Apolinares: honra a Apolo
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ludi Megalenses: honra à Cibele
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Ceriale: honra a deusa Cerele
Fábulas
Foi
um dos primeiros gêneros teatrais romano. É constituído de:
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Fábula Palliata: foi feita a partir dos modelos gregos da comédia nova, ou seja, é uma comédia romana com instrumentos – assunto, personagens, cenário e figurinos – gregos. Era caracterizada pelo uso do pallium (capa grega).
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Fábula Togada: originada durante a ascensão da Palliata. É uma ruptura aos modelos gregos a partir de uma romanização daquela arte. Transforma os elementos da comédia nova em latinos. Desenvolveu temas semelhantes às da Palliata – cotidiano –, porém romanizados. Era caracterizada pelo uso da toga. Os papéis masculinos a usavam, exceto os escravos (túnica) e os estrangeiros (à caráter). Como autores, pode-se citar: Titínio, Afrânio, Quíncio Ata e Melisso.
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Praetexta: Peça de conteúdo sério que tratava de acontecimentos históricos. Usavam a toga praetexta – traje característico de juízes. Pode-se citar a peça “Octavia”.
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Em coturnos: Personagens supostamente gregos, trajados como atores gregos. Usavam coturnos.
Comédia
Romana
-
Atelana: Um gênero do teatro romano. Com a decadência do drama romano, passaram a fazer farsas improvisadas, conhecidas como Atelanas. Era constituída de personagens-tipos, geralmente, mascarados. A sua função era dar um final cômico às tragédias clássicas, a fim de “secar as lágrimas humanas”.
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Mimo (Fábula Riciniata): Envolvia canto, acrobacia, dança e imitação. Sendo que as mulheres poderiam atuar. Era feito com improvisos. Ridicularizavam fatos recentes. Era desnecessário o uso de máscaras e perucas.
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Pantomima (Fábula Sáltica): Gênero sério. Poderia ser realizada por apenas um ator que cantava as histórias com gestos; ou com um cantando e o outro agindo.
-
Satura: Era uma mistura de canto, diálogo, pantomima e declamações. O texto poderia ser falado com a mesma métrica ou não.
Grandes
autores da Comédia Romana:
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Plauto: Inspirou-se na Comédia Nova de Menandro (Grécia). Suas peças eram voltadas aos temas do cotidiano com personagens-tipos. Havia histórias de amor. Sua principal característica era a preocupação com as representações ao invés da ordem, ou seja, existiam cenas independentes no espetáculo. Também usou o cântico. Escreveu 130 peças, sobrevivendo 21, dentre elas: “O Anfitrião”, “Epídico”,... Inspirou Molière com “O Vaso de Ouro” para escrever “O Avarento”; e Shakespeare com “Os Gêmeos” e “O Anfitrião” para “A Comédia dos Erros”.
-
Terêncio: Foi escravo na infância. Seu envolvimento com as artes surgiu após ter sido comprado em leilão. O seu patrão investiu nele e, após os estudos, o libertou. Retomou o uso das máscaras – há indícios de que elas não existiam no início. Assim como Plauto, inspirou a Commédia dell’Arte. Escrevia sobre as classes baixas da sociedade e suas diversões grosseiras, além de destacar o discurso “refinado” da nobreza (“Eunuco”). Escreveu “Hécira”, “O Formião”,...
Tragédia
Romana
Destacam-se
os acontecimentos provenientes de cenas heróicas. Apesar disso, era
um dos gêneros que causou maior dificuldade de entendimento no
público. Este o achava complexo, preferindo aos mimos.
Pode-se
citar Sêneca. Este foi um grande filósofo que deixou o horror
físico substituísse a poesia e a tragédia grega. Demonstrou toda a
crueldade e espírito guerreiro. Com isso, as suas obras são
consideradas como violentas, mostrando todas as atrocidades ao
público. Inspirou Shakespeare, filosoficamente; e Antonin Artaud
pelo aspecto da crueldade. Escreveu: “A felicidade e a
tranquilidade da alma”, além de uma versão de “Medéia” e
“Édipo”.
Objetos
Cênicos
O
cenário era rico em objetos. Gostavam de mostrar os seus pertences.
Na
tragédia, os personagens usavam máscaras e coturno.
Na
comédia, as vestimentas eram de acordo com as características do
personagem:
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Velhice: Vestuário e peruca branca
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Servidão: Túnica e peruca ruiva
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Feminilidade: Vestido e/ou casaco cumprido
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Juventude: Roupas coloridas e peruca loira
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Infidelidade Feminina: Vestes amareladas e desalinhadas
Havia
atores que usavam um tipo de maiô colante parecendo como se
estivessem nus. Junto a eles, colocavam partes corporais postiças a
fim de provocar a risada.
As
máscaras eram semelhantes às gregas. Poderiam ser feitas de barro
ou gesso. Colocadas no rosto, eram moduladas e pintadas. Há boatos
de que no início ela não era utilizada, sendo introduzida
posteriormente por Terêncio.
Literatura
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Horácio: Escreveu de forma crítica a sociedade romana. Um dos seus lemas era aproveitar o momento sem se preocupar com o futuro.
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Virgílio: Escreveu um poema épico que narra a origem mitológica de Roma – “Eneida”.
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Lívio Andrônico: Introduziu a poesia épica Este falava muito sobre Tróia, sendo que fez uma adaptação da “Odisséia” de Homero chamando-a de “Odissa”; “O Cavalo de Tróia” também foi uma inspiração – “Ilíada”; e “Hermione” criada a partir de “Andrómaca” de Eurípides.
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Ênio: Amigo de homens importantes da Roma, Ênio fez diversas adaptações de obras gregas. Além disso, evitava assuntos controversos, tentando agradar à aristocracia e fazer algo com fins didáticos para transpor suavemente a visão do mundo racional dos romanos. Inspirou Plauto que citou alguns versos em suas obras.
-
Névio: Lutou na primeira Guerra Púnica. Criador da fábula pretexta, suas obras refletem a fé entusiasmada na República, mas criticando os elementos. Nas comédias, falava das polêmicas locais atacando os políticos e nobres – uma das causas de seu exílio. Escreveu “Romulus”, contando a lendária fundação de Roma.
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Pacúcio: neto de Ênio, Pacúcio tentou ser o mais romano possível preocupando-se com a alma humana e os efeitos especiais. Escreveu: “Crises”, “Medo”,...
Arquitetura
Inspirados
em modelos gregos e etruscos. Daqueles, inventaram outros modelos,
como o Toscano, a partir do Dórico, Jônico e Coríntio. Desses, o
uso de arcos e abóbadas.
Construíram:
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Teatros: apresentação de peças. Exs.: “Teatro Romano de Marcelo”, “Teatro de Pompeu”
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Anfiteatros: Luta de gladiadores. Ex.: “Coliseu”
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Circo Romano: corrida de cavalos e quadrigas (carroças). Ex.: “Coliseu”
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Aquedutos: passagem de água. Também construíram cisternas de esgoto.
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Templos: Semelhantes aos gregos e etruscos. Usavam o estilo Toscano – semelhante ao dórico, mas sem estrias no fuste – e compósito, que era a junção dos jônicos e coríntios. Ex.: “Pantheon”
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Pontes, estradas,...
Pintura
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Temas: cenas do cotidiano, rostos, pessoas, episódios de batalhas, cidades conquistas,...
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Técnicas: afresco em estuque (um tipo de gesso) fresco, encáustica (cera) em paredes ou madeira, pinturas sobre tela e iluminuras.
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Pintores: Pompéia, Herculano,...
Escultura
Arte
trazida pelo helenismo, a escultura incorporou um pouco do estilo dos
gregos, sendo que no início, faziam réplicas das feitas por eles.
Usando
materiais de bronze, os romanos valorizavam o rosto sem dar tanta
importância ao estilo atlético – o que era primordial ao povo da
Grécia Antiga. Assim, procuravam o realismo, ou seja, moldavam do
jeito que a pessoa era – outro aspecto diferente dos gregos que
idealizavam a beleza humana. Como modelos, usavam os imperadores,
chefes político-militares e deuses.
Música
Diferente
das demais artes, não há muitos indícios da música na Roma
Antiga. Apesar disso, podem-se encontrar obras, até esculturas, com
pessoas segurando lira. Há também documentos, encontrados no Egito,
do período helenístico; mas partituras nem tanto.
Apesar
disso, os músicos tinham certa importância: poderiam ser
encontrados nos espetáculos teatrais tocando flauta ou lira.
Teoricamente, acredita-se que usavam o tetracorde – que era formado
por quatro letras –, tal era semelhante aos gregos.
Desenvolveram-se
a entonação de músicas suaves com instrumentos de sopro e lira;
musicas ufanistas que exaltavam o poderio militar, com instrumentos
de percussão; e a monodia cristã – período de decadência romana
– com hinos hebraicos.
Bibliografia:
-
BERTHOLD, Margot. História
Mundial do Teatro. 4.ed.
São Paulo: Perspectiva, 2008.
-
GRIMAL, Pierre. O
teatro antigo. Lisboa:
70, 1986.
-
BELLEZA, Newton. Teatro
grego e teatro romano. Rio
de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1961.
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