terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Teatro Inglês - Elizabetano

Contexto Histórico
Ocorreu entre os séculos XVI e XVII durante o reinado da Rainha Elizabeth – o motivo por ser conhecido por “Elizabetano”.
Foi uma época de grandes descobertas:
  1. Nicolau Copérnico: Teoria heliocêntrica – o sol como centro do universo.
  2. Colonização: Os europeus passaram a vir para a América com as Grandes Navegações. Com eles, os ingleses chegaram à América do Norte e construíram uma nova pátria. Origem da Companhia das Índias Orientais.
  3. Volta à cultura clássica: Com a fuga dos intelectuais vindos de Constantinopla à Itália, ocorreu o ressurgimento das culturas clássicas Greco-romanas.
  4. Humanisno: O humano como centro do universo (Antropocentrismo) e a importância à racionalidade. Na arte houve a influência da cultura clássica e a renovação tecnológica de Leonardo da Vinci.
  5. Reforma Protestante: Separação do papado com o Sacro Império Romano e a perseguição aos puritanos – com a consequente fuga deles à América. Destaca-se o Anglicanismo – fundação de uma nova igreja pelo Rei Henrique VIII para o seu próprio benefício político-social: casamento e economia.
  6. Inglaterra X Espanha: Com a vitória da Inglaterra, houve a ascensão do poderio político e econômico mundial. A Rainha Elizabeth aumentou o patriotismo do povo com o teatro.

Fatos importantes:

- 1584: “Break” das discussões poéticas.
- 1596: Teatro banido em Londres pelos puritanos, liderados por Oliver Cromwell. Tiveram de atravessar o Tâmisa ao sul para construir os teatros – “Globe Theatre” foi um deles.
- 1603: 33 mil pessoas mortas pela peste bubônica.
- 1613: Globe Theatre pega fogo no meio da apresentação.
- 1614: Reconstrução do Globe Theatre.
- 1642: Guerra Civil Inglesa entre os puritanos e a coroa a fim de suprimir o teatro.
- 1644: Puritanos, que eram contra as peças, demolem o Globe Theatre.
- 1660: Charles II libera o teatro e rebaixa os puritanos.

Características:

  1. Anti-Aristotélica: Não seguia as leis de ação, tempo e lugar. Poderia haver variadas ações ocorrendo ao mesmo tempo, e isso mesmo que o foco seja em apenas uma; poderia ocorrer em vários dias e lugares.
  2. Versos brancos: Era comum o uso de versos. Como era muito valorizado o texto, com os monólogos, usavam em demasia esse artifício.
  3. Temática: Apesar de ter uma moral, não era voltado à religião. O motivo é a proibição do teatro pela Igreja.
  4. Homem X Homem: Autotransformação humana.


Definições

  1. Teatro de Palaciano: Espetáculos apresentados dentro e para os nobres. Normalmente os reis tinham as suas próprias companhias: Henrique VIII tinha o poder sobre uma que, para ter menos custos, vivia dentro do palácio sendo que às vezes a autorizava a excursionar. Já a Rainha Elizabeth era diferente: após um grande esforço, o Lord Leicester conseguiu uma autorização para que pudesse se apresentar fora da corte. Porém, para as peças poderem ser apresentadas, elas – e os textos – deveriam passar pela supervisão do Master of the Revels, o mestre-de-cerimônias. O primeiro a exercer esse poder foi Edmund Tilney, em 1579; outro a ser destacado é Sir Henry Herbert, que além de anotar o título da peça e os nomes que compõem o elenco, destacava a sua opinião e alguns pareceres considerados como toscos.
  2. Trupes de meninos: Essas trupes, dirigidas por mestres de coro e professores diligentes , eram mal vistas pelas companhias profissionais. Grupos como The Children of the Royal Chapel e The Children of St. Paul’s constituíam-se de rapazes cantores originalmente treinados para cantar no ofício divino. Durante o século XVI, eles começaram a representar. Atuavam no Convento of the Blackfriars e, em 1600, foram para um teatro próprio. Seu público era composto por um círculo de patrocinadores e amigos, e eles gozavam da estima tanto da corte como dos magistrados.
  3. Mascaradas: Semelhante ao carnaval, elas eram constituídas de dança, música, canto e interpretação com foco na improvisação. Realizada apenas na Corte. Era falada em versos. Os personagens eram figuras mitológicas ou alegóricas. Os atores eram os membros da corte. As mulheres podiam participar, mas apenas aquelas da classe alta. Havia grandes gastos com pintura. Um importante arquiteto foi Little Jones que originou o cenário desse estilo teatral – templos e fachadas de castelos. Elas poderiam ter sido feitas fora do castelo no verão. Não havia uma história, mas um tema.
  4. Cavalgada: Versão pública das Mascaradas.
  5. Tragicomédia: É a mistura do trágico, do cômico e do novelesco. Envolvia tramas de amor com violência explícita.
  6. Teatro Amador: Ele ganha espaço nas escolas e nas universidades com propósitos não apenas didáticos. As faculdades de direito (inns of court), onde os jovens moravam enquanto estudavam leis, serviam de palco para estas apresentações, além de proporcionarem certo ganho aos seus autores.

Semelhanças entre os Teatros Elizabetano e Espanhol

-  A representação de comédias em locais abertos.
-  Público pertencente às mais diversas classes sociais.
-  A combinação de tragédia e comédia na mesma obra, e a utilização de argumentos históricos. 
- Trata-se de um teatro em versos, mas com grande liberdade e vivacidade nos diálogos. 

Espetáculos:

Em dia de espetáculo, era alçada uma bandeira. Quando esta era branca, apresentava-se comédia; se preta, tragédia; se vermelha, temas históricos. Já quando estava prestes a começar, ouvia-se um soar de trombetas. Com a representação à luz do dia, atores e espectadores se viam uns aos outros. Para sinalizar a escuridão utilizava-se uma tocha carregada pelos atores ou um texto poético nas falas. As cenas eram contínuas, sucedendo-se umas às outras, com duas horas de duração – há relatos de peças de 3-6 horas –, sem intervalos. Elas geralmente ocorriam entre às 15h – 18h. A iluminação, nos teatros fechados, era à base de velas.
Só profissionais poderiam atuar, sendo que as mulheres eram proibidas, ou seja, eram os homens é quem faziam os papéis femininos. Além disso, os personagens eram pensados para cada componente da companhia.
Como não havia tanto cenário – mas os atores poderiam levar objetos, até próprios à cena –, havia uma maior concentração gestual, emocional e corporal à encenação. Era comum o uso de monólogos – principalmente por Shakespeare, sendo que o ator recitava ao meio do palco e não diante do público.
A música era muito importante, sendo que os autores a colocavam ao vivo em suas peças, porém não apenas para dança, mas também para acompanhar canções ou sublinhar a atmosfera de uma cena. Muitas peças encerravam-se com uma giga – canto ou dança popular. Ela servia para dar um clima à cena e uso durante os efeitos sonoros.
A classe superior falava em versos; enquanto a inferior em prosa.
A expressão facial era sutilmente refinada. Sendo que não havia gestos grosseiros.
  1. Figurino: Era muito importante, pois quanto mais refinada a roupa, mais destaque ao ator. Usavam roupas de nobres, trajes coloridos e suntuosos e perucas. As roupas eram compradas mais baratas dos criados.
- Homens: Gibão, capa, bigode refinado, gola suntuosa e calça.
- Mulheres: Espartilho, vestidos e penteados grandiosos.
b) Acessórios: Indispensável ao ator.

Ator

Os atores deveriam, além de representar, saber esgrimir, dançar, cantar, tocar um instrumento e declamar.
As companhias raramente apresentavam a mesma peça por dias seguidos – um dos motivos é variabilidade de tipo de público.
Geralmente os atores recebiam pouco. A situação piorava quando as companhias não tinham um mecenas.
Como era proibido por lei o direito da mulher interpretar, os atores faziam os papéis femininos.
Os atores eram profissionais.
Eles eram mal-vistos, pois eram considerados como vagabundos.

Figurino
Era um dos fatores essenciais para a visualização e efeitos indicativos de mudanças de comportamento ou atitude no personagem. As roupas eram luxuosas e bonitas para preencher o espaço da cena e devido à disposição do palco, para não decepcionar a plateia.
Espaço Cênico:

No início, eram utilizados locais improvisados, como os pátios das hospedarias, ou mesmo áreas abertas. Depois as companhias teatrais foram-se estabilizando e começaram a ser construídos os primeiros teatros. Os cenários ficavam no centro de uma grande nave circular ou hexagonal. Ao redor dispunham-se os balcões e as galerias; praticamente não havia decoração. A construção era muito simples, composta de madeira ou de pedra, e dotada de um amplo pátio interno – que logo se transformou nas platéias, e as galerias das bancadas internas das pousadas. O palco era central em um ponto com sombra para que a luz solar não atingisse o foco visual dos atores.
Era comum o cenário “falado”, ou seja, o ator o descrevia a partir de sua fala. Um exemplo são nas peças de Shakespeare onde os personagens relatam o clima e o local onde se encontram. Poderia haver alguns artifícios de cenário ao fundo, mas era bem raro.
Os locais para se sentar eram adquiridos a partir de pagamento. Havia aqueles que ficavam em pé atrás, geralmente o povão; os que se sentavam, sendo que quanto mais na frente, maior é o valor pago – a quantia aumenta caso queira se sentar em uma almofada e, além de ver a todos, também ter a possibilidade de ser visto.
Geralmente eles eram circulares, hexagonais ou octogonais. A sua estrutura era aberta, exceto as galerias e o palco.
Com a proibição pelo Conselho da Cidade (composto por membros puritanos) da construção de um teatro para tais fins, foi construído fora dos limites da cidade, o Teatro. O primeiro teatro a ser construído foi o Red Lion, em 1567. Após ele, eis o "Grande Globe" de Shakespeare, em 1598, a partir das vigas do velho Teatro.
O Globe teve diversos problemas, sendo que até fora incendiado. Apesar disso, a sua estrutura era excelente. Ele continha três palcos – o palco externo, chamado de "avental", era cercado por uma cortina à volta do estrado e um alçapão com múltiplas funções (por exemplo, Ofélia era enterrada nele). No centro havia outro palco, interno, que também tinha uma cortina, onde geralmente se davam as cenas de pessoas que morriam na cama. O terceiro palco - o superior - era uma galeria em cima do palco externo, onde ficavam os músicos ou os atores (a cena de Julieta no balcão, por exemplo). Nos bastidores encontravam-se o vestiário, os camarins, o depósito das roupas e das peças mais importantes do teatro. Na parte de cima, havia uma casinha com uma roldana para descer os deuses ou os seres sobrenaturais. Também em cima do palco externo duas pilastras sustentavam o "céu" pintado com a lua e algumas estrelas. Pode-se citar o “heaven” – teto – e o “Hell” – alçapão.
Enquanto os teatros abertos ao público concentravam-se na parte sul de Londres; os privados – fechados – encontravam-se na parte norte da cidade: o Saint Paul’s, dentro daquela catedral, o Blackfriars, dentro de um convento, e o Cockpit (Arena), especialmente construído enquanto os outros dois foram adaptados para os espetáculos das companhias de crianças.
Os teatros públicos eram ao ar livre e, durante o inverno, devido ao mau tempo, era conveniente os atores apresentarem-se em um teatro fechado. Explica-se assim o fato de a companhia de Shakespeare que já possuía o Globe (público) arrendar o Blackfriars (privado), tendo assim um teatro de verão e outro de inverno.
O dono dos estabelecimentos ou da companhia era o Sharer.

O homem no teatro:

O público era composto pelos mais variados tipos de pessoas: soldados, mulheres, crianças, nobres,... Assim, tinha o dever de agradar a todos – várias temáticas.
Havia um elevado índice de analfabetismo, sendo que a maioria das escolas eram supervisionadas pela igreja. Era comum encontrar nelas um oratório com a finalidade de se aprimorar na técnica vocal. Nas universidades de Oxford e de Cambridge havia a leitura em latim da Poética de Horácio.
O público se identificava com os personagens.

Estética:

  1. Estudo do Belo

- Não há verdades absolutas.
- Humanistas, essencialistas.
- Abandono dos clássicos.
- Observação da sociedade.
- Belo: “Afogar o palco em lágrimas e fender o ouvido com um terrível discurso.”

Dramaturgia:

  1. Contexto Crítico Literário da Época:

- Estudo retórico da literatura no início da Dinastia Tudor.
a) Filósofos: Thomas More (não achava bom misturar o trágico com o cômico), Thomas Elyot, e Francis Bacon (odiava o drama e a poesia preferindo a filosofia).
b) Escritores: Nicholas Grimauld, Thomas Sackville, Thomas Norton, William Bavande, Arthur Brooke, Thomas Drante – traduziu a Poética de Horácio adaptando-a ao contexto crítico do momento –, Roger Aschamme e George Whetstone.
- Thomas Brauhe: Introduziu a ideia de imitação Aristotélica.
- Stephen Grosson: Era contra a poesia, pois acreditava que ela era a favor da virtude e induzia ao bem e ao mal, anulava a escolha moral por causa dos esteriótipos baseados nas quatro causas aristotélicas: eficiente, material, formal e final – com o objetivo de suscitar as emoções.
- Philip Sidney: Contra o banimento da poesia, mas levando-a a moralidade.
- John Lyly: Obra metateatral sobre a história, comédia e tragédia.

  1. Linguagem no Período Elisabetano:

  1. Set Speech: Longas falas, semelhante à ária da ópera, com o objetivo de dar uma “paulada” no público. (Wolfgang Clement)
  2. Thelommonplace Book: Era um livro que os estudantes sempre carregavam consigo para anotar citações e seus pensamentos. Dizem que daí é que saíram os maiores escritores.
  3. Sonettering: Sonetos. Era primordial escrevê-lo para ser considerado um bom escritor. Era composto de 14 versos, dez sílabas em cada verso e 4 estrofes.
Abab
Cdcd
Efe
Fef
  1. The Patterned Speech: Fala desenhada, modulada. (Muriel Brabrook)
  2. Image Cluster: Penca de imagens para descrever o cenário pela fala.

  1. Dramaturgos:
  1. William Shakespeare (1564 – 1616): Inicialmente era ator, mas como a sua carreira não “alavancou”, destacou-se como dramaturgo. Shakespeare não frequentou a universidade, rompeu as unidades clássicas de espaço, tempo e ação, além de mesclar gêneros. Copia elementos gregos e latinos de outros autores e da história britânica. Além disso, escreveu peças sobre os nobres (“Henrique VIII”) e pessoas célebres da antiguidade (“Júlio César”). Usa a violência ainda que não seja o mais violento. Em suas obras, também, usa a bruxaria, os elementos da natureza e seres fantásticos – que podem ser relacionados às alegorias. As cenas curtas e o espaço isabelino permitem a construção de várias linhas de tramas, que altera a ideia de quem vai ser o protagonista. Constrói personagens criando os conflito mais complexos que os de antes e usava a representação destes conflitos em monólogos justificados diante do público. Os seus personagens são mais humanos, ou seja, não são bons nem ruins, mas constituídos de conflitos internos. Criou o Globe Theater. Além de escrever peças, há os sonetos que foram usados em “Romeu e Julieta” e “Trabalhos de Amor Perdidos”. Não publicou em vida. 37 obras. Viveu uma época sombria após a morte do filho, Hamnet – pelo qual o homenageou com a peça “Hamlet” –, em que se voltou às grandes tragédias. Exs.: “A megera domada”, “Hamlet” e “Antônio e Cleópatra”.
  2. Christopher Marlowe (1564 – 1593): É considerado o primeiro dramaturgo. Ele se adiantou a seu tempo, e ao qual Shakespeare, com sua permissão, copiou partes em algumas de suas obras. As suas obras atentam contra a moral, a Coroa e a Igreja. Era ateu, nobre e se cogita ter sido espião da rainha, homossexual confesso ao falar de Thomas Kyd. Atribui-se a ele os papéis que assinava suas personagens nas obras e a pressão a que foi submetido Kyd para que delatasse a seu companheiro. Na época era mais famoso que Shakespeare. Introduziu os versos brancos. Teve influência de Sêneca, Terêncio e Plauto. Conhecimento astronômico (Kepler e Galileu) influenciando em suas obras. Péssimo comediógrafo. Companhia do Lorde Admiral. Ex.: “Doutor Fausto” e “Tamburlaine”.
  3. Ben Johnson (1572 – 1637): Seguiu o exemplo dos autores latinos, como Plauto, e introduziu um tipo de comédia de costumes que até hoje influencia diversos dramaturgos. A comédia era conhecida como drama, pois possui trechos entremeados de fantasias, defendendo que “em cada um de nós um atributo particularmente se acentua, apossando-se de tal forma de nosso ser, que, por esse aspecto predominante, se define pela exageração de um grotesco que cria o humor, ou seja, um temperamento característico”. Seus personagens cômicos são intencionalmente ridículos, compondo essa característica a tessitura da própria peça. Apesar do cunho realista de sua obra, ela se acha impregnada de fantasias que beiram o absurdo. Foi o mestre das mascaradas. Usou as unidades aristotélicas, mas sem um apego a elas: obra sem coro e que agride a unidade de tempo. Valorizou o gosto do público por causa do dinheiro. Um dos mais cultos de seu país. Sátira à ganância e às manias. Exs.: “Volpone” e “O Alquimista”.
Produção Artística: Renascimento
- Humanista e antropocentrista.
- Influências do Renascimento Italiano.
- Escola de Tuga: Especializada em retratar os nobres, principalmente os Reis e Rainhas. Ex.: “Retrato de Erasmos”.
  1. Arquitetura: Destaque para Filippo Brunelleschi. Era composto pelo gótico e o clássico, além da inspiração nos romanos. A maioria dos arquitetos eram estrangeiros. Estilo Clássico com o reinado de Carlos I. Exs.: Catedral de Winchester, Kirby Hall, Astley Hall, Palácio de Whitehall (teto pintado por Rubens).

    Gótico
    Renascentista
    Descrição
    Conexão com o divino
    Inspiração Romana
    Formato
    Oval
    Curvilíneo
    Abóboda
    Com nervuras
    Em semicírculo
    Janela
    Vidros de vitrais, fina
    Vidros transparentes, amplos
  2. Pintura: Greco-romano, religioso, luz e sombra – fundo negro e corpos claros.
  3. Escultura: Temas religiosos.
  4. Dança: Surgiram os primeiros coreógrafos. Eram muito respeitados. Apresentação das moças à sociedade por meio do ballet, sendo que poderiam dançar com um dançarino ao invés do pai. Houve a teorização da dança.
- Da corte: Danças reais, “Vanna”.
- Ballet da Corte: Teatros dançados – coreografias em “teatro de arena” para serem mais bem vistas. Os personagens eram inspirados na cultura Greco-romana.
- Profana: Mostra do tornozelo feminino quando o bailarino a elevava do chão.
e) Música: Escrita de música para instrumental. Polifônico – com várias melodias. Policorais – corais interagindo entre si. Profanas e religiosas. Origem da Ópera. Virginais – instrumentos de teclado.



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