- “É doce e
honroso morrer pela pátria”.
- A igualdade social
e o pacifismo atraíram Brecht para o marxismo no início dos anos
1920. A revolução russa de 1917 e os acontecimentos que levaram à
morte de Karl Liebknecht e de Rosa Luxemburgo, líderes do movimento
espartaquista, o impressionaram vivamente. Brecht segue o movimento
com interesse e vê de perto o horror da guerra imperialista
enquanto, como estudante de Medicina, estagiava no hospital de
Augsburg. Durante seu estágio no hospital de Augsburg, conheceu de
perto a violência do homem, a podridão dos cadáveres, a
putrefação, a morte como realidade material.
- Brecht aproxima-se
por algum tempo do grupo de jovens artistas de oposição que
gravitava em torno de Erwin Piscator (1893-1966). Inspirado na
agit-prop russa, Piscator tinha como objetivo transformar o palco
numa tribuna política. Palcos giratórios, telas para a projeção
de filmes ou slides, bastidores móveis, esteiras rolantes,
plataformas para ações simultâneas eram elementos utilizados no
estudo e na prática das técnicas de direção teatral criadas pelo
grupo de Piscator. O teatro de agit-prop pretendia levar as doutrinas
marxistas-leninistas a um público em grande parte iletrado: o
operariado alemão. Para ele, as cenas grandiloquentes não levariam
os operários a sair às ruas.
- A busca por uma
nova forma de encenação, por um teatro anti-culinário,
não-aristotélico, épico.
- A inserção do
narrador é o que mais distancia esta nova forma do teatro
aristotélico, impondo ao espectador uma tomada de posição em
relação à ação que se desenrola no palco. A influência do
modelo do teatro clássico chinês é marcante. A história (fábula),
narrada do ponto de vista do autor, não tem continuidade e se
desenvolve em saltos, retrocessos, contradições. O teatro
aristotélico, por sua vez, exigia a unidade de lugar, tempo e ação.
Nas observações sobre Mahagonny, Brecht define o teatro épico, o
ambiente (cenário) em que ele é encenado, a ausência da quarta
parede (que fazia desaparecer o espectador) e a atitude dos atores
com relação a seus papéis. Teses como a da não-identificação do
espectador com as personagens, a do efeito distanciamento
(Verfremdungeffekt ou, para simplificar, efeito V), a da oposição
entre sentimento e razão, entre outras, estão representadas ou
sugeridas em dois esquemas do quadro que ele preparou para mostrar as
diferenças profundas entre o teatro épico e o teatro dramático.
Comparando teatro dramático e teatro épico, Brecht mostra as
diferenças entre as duas formas, sem que isso represente
estabelecê-las em pólos opostos, mas sim caracterizadas por
divergências de acento. O público deverá manter-se lúcido na
representação de uma peça sua graças à atitude narrativa
imprimida a todos os elementos do espetáculo, inclusive a música. O
objetivo principal do teatro épico é a desmistificação
- A pobreza e a
estupidez não são mais tratadas como algo da vida, mas como algo
que pode ser modificado.
- Brecht é atual
por ter discutido as concepções do ser humano.
- A ação tem
sempre algo de insólito. Nunca nos surge como realmente presente.
Distancia-se à maneira de uma narração. Será sempre «historiada».
Não decorre num tempo homogêneo com o real, e será interrompida
por cantos e comentários, ruptura que será sublinhada pela
representação dos atores. Será representada de tal forma que seja
evidente que os atores conhecem as diferentes fases e o desenlace.
Cartazes e projeções no início de cada cena reunirão o seu
conteúdo para evitar o efeito surpresa.
- O efeito de
distanciamento se originou a partir da análise do Teatro Chinês com
a Ópera de Pequim. O ator chinês tinha uma sensação de
auto-observação.
- O que ajuda a
manter o distanciamento no ator: uso da terceira pessoa e do passado
e a enunciação das rubricas, anotações e explicações.
- “Numa sociedade
tida por criminosa segundo a concepção expressionista, o criminoso,
ao negar a sociedade, é por assim dizer puro. Nesta fase, Brecht não
nega a burguesia através do proletariado e sim através do
vagabundo, do homem à margem da sociedade.”
- Brecht largou o
Teatro de Vanguarda ao perceber que ele condenava o homem a uma
existência absurda.
- Seu estilo é uma
mescla dos existentes nos anos 20 e 30.
- “Como Piscator,
gostava de obter efeitos por meios teatrais novos e pelo emprego de
truques inesperados.”
- Peças que
despertam a verdade ao invés da emoção.
- Teatro Épico: Uso
de narração.
- Trilha sonora que
rompe a ação como método de distanciamento.
- Minimizar os
estados mais sentimentais para que não emocione o espectador, mas
seja algo mais racional a fim de que se analise a cena.
- “Mãe Coragem”
é a sua primeira montagem. No elenco está presente a atriz Helene
Weigel.
- No filme “Mãe
Coragem” é visível o efeito de distanciamento a partir do uso da
música, gestos e atuação sem emoções, mas com um quê teatral.
Um exemplo é o jeito de andar, com passos largos, da personagem
“central”. Além disso, vale destacar o tratamento da mãe com os
seus filhos. Quando um deles é assassinado, ao invés de se
desesperar, ela dá um grito “mudo”, sem grandiosas expressões,
a fim de que o espectador analise a situação.
- Junção do crível
com o excesso teatral, ou seja, a atuação tem seus elementos
verossímeis, mas quando chega um momento de forte impacto emocional,
ele se distancia da cena e a analise falando na terceira pessoa.
- Brecht sempre
participou da produção de suas obras.
- Em “Eduardo II”,
ele usa elementos do expressionismo como a não expressão além do
que é transpassado a partir da aparência do ator para narrar o
estado do personagem.
- Uso de projetores
para mostrar assuntos históricos distintos, ou seja, atuação
conjunta. Como é o caso de Piscator.
- Carl Valentin:
Montava peças cômicas. Além disso, começou a conhecer o teatro
épico e auxiliar Brecht.
- Em 1933, Brecht
abandona a Alemanha em exílio.
- Ruth Berlau:
amante de Brecht. Há um livro, biográfico, sobre ele. Além disso,
ela tem um grupo de agit-prop, ou seja, propaganda de agitação.
- Os teatros
expressionistas eram financiados pelo Partido Comunista.
- Brecht sofreu
influências do Teatro Expressionista. Porém, ele não introduziu
esse movimento e o distanciamento nas obras nesse período.
- Escreveu a maior
parte das peças para Helene Weigel.
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Forma Dramática de Teatro
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Forma Épica de Teatro
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Atuando
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Canta, narra
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Envolve o espectador numa ação cênica
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Faz dele um observador, porém depende sua
atividade
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Propicia-lhe sentimentos
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Obriga-o a decisões
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Proporciona-lhe emoções
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Proporciona-lhe conhecimento
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O espectador é manipulado em uma ação
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Ele é confrontado a ele
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Apela-se à sugestão
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Apela-se aos argumentos
|
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Os sentimentos são conservados
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Impelido até o conhecimento
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O homem é supostamente conhecível
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Ele é o objeto da busca
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O homem é imutável
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Ele se transforma e transforma
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Interesse apaixonado pelo desenlace
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Interesse apaixonado pelo desenvolvimento cada
cena por si
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Uma cena prepara a seguinte
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Com similaridades
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O mundo como ele é
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O mundo como ele virá a ser
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“Um
Realismo Épico”
- “Para abordar a
obra de Brecht, é necessário recusar tanto as oposições quanto as
aproximações convencionais.” – p281
- “Uma poesia que
nunca nega o realismo, e um realismo que nunca é naturalismo.” –
p281
- Surgiu junto ao
naturalismo e expressionismo. O primeiro é monolítico, tornando-se
seu próprio símbolo. O outro é o mundo e o homem se dissolvendo
mutuamente.
- Neue Sachilüchkeit
(Alemanha, 1923): Inspiração de Piscator, ele opõe-se ao
naturalismo e expressionismo. É a tentativa de um apego concreto à
realidade via descrição. Nele os dramaturgos procuram representar,
no palco, a vida sem nada de artístico.
- Zeitstück: Usar
pedaços crus de realidade sem colocá-los numa sequência causal.
- “Baal”: é o
“adeus” de Brecht ao expressionismo.
- “Tambores da
Noite”: É a recusa do mundo.
- “O que vale para
ele é a realidade, uma realidade que pode ver e tocar, e não os
fantasmas expressionistas.” – p285
- “Eduardo II”:
“A inclusão de detalhes naturalistas em um grande afresco
histórico.” – p286. Cenas realistas + sucessão de partidas de
pôquer.
- Gemistlüchkeit:
Sentimentalidade.
- Brecht rompe com o
teatro romântico na Alemanha.
- Segment-bühne:
“palco hemisférico com planos múltiplos.” – p286
- Diferente de
Piscator, Brecht não inicia expondo a história entre o homem com o
homem e/ou com a história, o espectador é quem deve tirar suas
próprias conclusões.
- “Não representa
apenas o mundo, um mundo sem fissuras, como o faziam os naturalistas,
nem a ausência de um mundo assim, à moda expressionista; ele nos
mostra seres situados em um lugar e em um momento particulares.” –
p287
- Não dá
significados, mas relações com o mundo, para que não use elementos
possíveis em qualquer época.
- Vida cotidiana +
painel histórico = Construção em partes destacadas ou destacáveis,
ou seja, relação entre homem e mundo.
- O sentido global
nunca é deixado expresso claramente, o espectador é quem deve
refletir sobre isso. Então, havia a possibilidade de múltiplas
interpretações.
- O ator deve se
mostrar aos poucos.
- Não há interação
possível entre o homem e o mundo. A solução é a renúncia, o
Einversdandmin (o de estar de acordo com...)
- “Antinaturalista,
porque recusa a dissolução do homem no mundo, anti-expressionista,
porque rejeita a ruptura com o mundo, a obra de Brecht baseia-se
nesta necessidade de transformar a sociedade, e, para transformá-la
deve conhecê-la. Seu ponto de partida é a contestação da natureza
como tal.” – p293. Para isso, ele contesta a natureza burguesa.
- “É mais que o
instrumento de uma tomada de consciência, é a imagem de um trabalho
alegre, de um parto coletivo.” – p298
- “As imagens
recriadas não devem predominar sobre o que é recriado.” – p298
- “A maneira mais
fácil de existir está na arte.” – p298
“Distanciamento,
Para quê?”
- “Felizmente
Bertold Brecht faz com sua própria teoria o que fazem com todas as
teorias dos verdadeiros homens de teatro: desenha aplicá-la.” –
Jean-Jacques Gautier – p313
- Considera o modo
como os objetos são usados nas peças dadaístas e surrealistas,
“frutos” de um distanciamento, mas que não distancia.
- Os textos dele
nasceram na experiência do dramaturgo ou do encenador.
- Priem Ostrannenija
(Chklovski – 1917): “Sombrear a forma, sem aumentar a dificuldade
e a duração da percepção.” – p318.
- Jogos de
distanciamento de Meyerhold:
a) Antejogo: O ator
mostra, a partir de pantomima, a sua próxima ação.
b) Jogo-às-avessas:
O ator lembra ao público que está representando.
- Entfrendung:
“Processo de alienação do homem na sociedade de exploração.”
– p319
- “E tal
‘distanciamento-desalienação’ deve intervir em todos os níveis
da representação.” – p319
- “Brecht desejava
desenvolver duas artes: a arte do ator e o meio da tomada de
consciência histórica.” – p320
- “Um método de
reflexão e de trabalho artístico válido para todos aqueles que
desejam ‘um teatro engajado de realidade’.” – p321
“Brecht
para iniciantes” – Michael Thoss e Patrick Boussignac
- Contexto:
Imperialismo – sendo que a França, Inglaterra e Rússia estavam em
estado de colonizar outros ambientes.
- Para não ser
convocado na I Guerra Mundial, Brecht cursa medicina, mas é chamado
para atuar num hospital militar em Augsburgo, no setor de doenças
venéreas. Ele denuncia tudo no poema: “A lenda do soldado morto.”
- 9/11/1918:
República de Weimar presidido pelo primeiro presidente Friedrich
Ebert.
- Munique: Centro da
Boêmia e da vanguarda alemãs.
- Brecht herda de
Karl Valentin o gosto pelo grotesco e a sátira mordaz. Em sua
homenagem, escreve várias sátiras curtas, estilo “soties”
francesas. Ex.: “O Casamento do Pequeno Burguês”.
- Foi eleito
delegado num Conselho de Soldados (pessoas que elegem deputados que
delegam Comissários do povo para missões governamentais) e esconde
um revolucionário em sua casa.
- “Tambores da
Noite” (“Spartakus”): Sobre a Revolução na Alemanha.
- Ataca o
Expressionismo no jornal “Der Volkswille”, onde é crítico
teatral. Pois não vê um mundo idealista, mas materialista.
- Odeia a noção de
arte pura.
- Admira Chaplin por
ter um repertório de gestos modernos.
- “Da selva das
cidades”: Inspirado em “A Selva”, de Upton Sinclair. Situa a
peça na Chicago de 1912.
- Evita o
sentimentalismo e as falsas declamações nas atuações de “Eduardo
II”. Foi nos ensaios que encontrou o épico ao pintar de giz o
rosto dos soldados.
- “Um homem é um
homem”: Usa, pela primeira vez, canções e diálogos com o público
para manter distância.
- Admira o boxe pelo
seu público, que não se veste como os burgueses, o contrário dos
teatros.
- Preferência ao
desenvolvimento lógico da ação que ao psicológico dos
personagens. Por isso a preferência por romances policiais,
principalmente aos ingleses.
- Aproximação a
Piscator que queria que o palco fosse uma tribuna política. Além
disso, ele aderiu a AGIT-PROP.
- Palcos giratórios,
telas para projeções de filmes e slides, bastidores móveis,
plataformas para ações simultâneas, esteiras rolantes,...
- A AGIT-PROP faz
surgir vários grupos de atores ambulantes.
- Ao contrário de
Piscator, ele não quer cenários, mas mostrar a maquinaria do teatro
(distanciamento).
- “A Ópera dos
Quatro Vinténs”: Inspirado na “Ópera dos Mendigos” de John
Gay.
- “Ascensão e
Queda da Cidade de Mahagonny”: Músicas que comentam o texto.
- Lema: “Uma
grande arte sempre serve a grandes interesses.”
- “O vôo sobre o
oceano”: Peça radiofônica para crianças, sendo que é a primeira
peça didática sua.
- “A peça
didática de Baden-Baden sobre o Acordo”: Busca pela coletividade.
- “Kuhle Wampe”:
Primeiro e último filme.
- “Santa Joana dos
Matadouros”: Inspiração em “Joana D’Arc” de Schiller.
- Inspiração no
teatro asiático (usa gestos do Nô em seus espetáculos) e em
Meyerhold.
- Após a confusão
com a polícia na peça “A mãe”, elas não são mais encenadas.
- “Cabeças
redondas e cabeças pontudas”: Peça apreendida pelos nazistas.
Nela é usado, pela primeira vez, o termo “VERFREMDUNGSEFFEKT”
(Efeito de Distanciamento).
- “Os Horácios e
os Curiácios”: Encerra o ciclo didático.
- Junho/1935:
“Congresso Internacional de Escritores pela Defesa da Cultura”,
na Mutualité, em Paris. Lá houve a participação de escritores de
37 países que organizaram uma frente contra o fascismo.
- Junho/1936: Guerra
da Espanha. Sendo que Brecht apóia os espanhóis. Além disso,
inspira-se para escrever a peça: “Os fuzis da Senhora Carrar”.
- Usa parábolas a
fim de explicar, de maneira simples, os fenômenos complexos de nossa
sociedade.
- Finlândia
(Abril/1940): Decadência econômica.
- “Para Brecht, o
nazismo não é o contrário da democracia, mas sua deformação em
tempo de crise”. – p147
- Uso de rima
clássica para auxiliar no distanciamento.
- Tenta Hollywood e
Broadway, mas é negado por seus textos serem políticos demais.
- Após o ataque das
bombas de Hiroshima e Nagasaki, em Agosto de 1945, Brecht se volta
contra as ciências. Sendo que, antes, as considerava um meio de
progresso humano.
- Berliner Ensemble:
Foi fundado por Brecht e Weigel. Lá se faziam adaptações de peças
clássicas e do realismo socialista.
- Brecht morre em
14/08/1956.
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