Períodos
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Primitivo: Ditirambo
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Arcaico (750 – 500 a.C.): Evolução do Ditirambo – Árion
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Período Clássico Grego (500 – 323 a.C.): Ésquilo, Sófocles e Eurípides
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Helenístico (323 – 31 a.C.): Conquistas de Alexandre, o Grande com mesclas orientais.
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Romano: Dominação romana
Origem
Há
inúmeras histórias sobre a origem do Teatro Grego:
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Ditirambos: o primeiro é sobre um ritual que faziam em homenagem ao Deus grego Dionísio. Acredita-se que faziam uma espécie de procissão circular pedindo e agradecendo para a fertilidade na agricultura. O povo vestia-se de sátiros (metade homem, metade bode) e comemoravam. Depois um ator passou a cantar a história de Dionísio, que posteriormente foi interpretado por um ator. Com essas histórias, criaram as competições.
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Carro de Téspis: essa é considerada a história mais provável. Conta-se que Téspis andava com uma carroça entre as regiões com uma máscara contando e interpretando histórias. Desenvolvendo o teatro.
Estruturas
do Elenco
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Coro: de 10 pessoas das competições de Ditirambo, Árion acrescentou mais, deixando-a com 50 pessoas. Ao longo da história do teatro, o coro vai diminuindo, ficando em 4 na Comédia Nova. Nos espetáculos, ele vivia em constante movimento: cantavam e faziam coreografias. As suas funções foram diminuídas: Ésquilo deixara-o dinâmico; enquanto Eurípides, parado; até chegar a desaparecer na Comédia Nova com Menandro. A sua métrica era diferente da do protagonista. Usavam máscaras diferenciais – geralmente pinturas faciais –, mas não coturnos. Poderiam dialogar diretamente com o ator ou com o público.
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Coreuta: Era cada componente do coro. O primeiro coreuta a responder ao ator foi denominado de Hipócrites – Téspis.
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Corifeu: não pode ser considerado como o primeiro ator, pois cantava. Era alguém do coro que se destacava e interagia com o protagonista. O seu dialeto era mais “chulo”.
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Ator: O primeiro ator, que veio do Corifeu, era conhecido como Téspis. Usava um coturno – espécie de sapato elevado – para destacar-se do Coro. Não cantava, apenas falava.
Estrutura
do Espaço
Os
teatros mais famosos era o de Odeon a Heródes – mais voltado às
apresentações musicais; o de Dionísio; Epidauro – existe até
hoje e está reformado; de Delfos; e de Arfos.
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Período de Ésquilo: Ágora; Templo de Dionísio (onde faziam as oferendas); Theatron (Lugar de onde se vê = platéia); Orchestra (local onde ficava o coro); Tímele (Altar de sacrifícios - cabras e porcos).
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Período de Sófocles: Proskenion (plataforma elevada onde se passava a ação; o coro não poderia subir lá); Pinakes (cenário – passaram a ser pintados na época de Sófocles); Periactos (Prismas giratórios para trocar o cenário); Ekkyklema (plataforma utilizada para mostrar as cenas internas ao público – era proibida a amostra de barbáries, o que era diferente da cultura romana).
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Helenístico – Alexandre, o Grande: Teatro fechado com portão; Proskenion-Logeon (plataforma elevada onde os atores atuam – NÃO é o palco, é o “segundo andar” usado nas comédias); 3ª galeria para a platéia; coro é abolido; Tyromatas (aberturas na parede da skene; Theologeion (espaço alto para as divindades aparecerem); kekrides (divisões das partes da platéia: nobres > cidadãos > mulheres >escravos); Parodoi (portões de entrada do público: estrangeiros e cidadãos por lados contrários); Degraus de Caronte (não sabe-se onde ficavam, mas diz-se que era no subsolo e levava ao palco – usado como caminho para os “seres subterrâneos”); Paraskenia (espaços laterais da skene que servem para mostrar lugares diversos de cena).
O
palco é de tábuas, sobre uma armação de alvenaria, e o cenário é
fixo, com três portas: a do palácio, no centro; a que leva à
cidade, à direita; e a que vai para o campo, à esquerda. Essa
estrutura de palco permanecerá até o fim da Renascença. Na fase
áurea, teatros, como o de Epidauro, perto de Atenas, já são de
pedra e situam-se em locais elevados, próximos aos santuários em
honra a Dionísio.
Dos
teatros da Antiga Grécia alguns dos mais importantes são o Teatro
de Epidauro, o Teatro de Dodona, o Odeon de Herodes Ático, o Teatro
de Delfos, o Teatro de Segesta, o Teatro de Siracusa e o Teatro de
Dionísio.
Máquinas
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Bronteion: Máquina sonora para fazer trovão.
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Karaunoscopeion: Máquina iluminadora de metal polido.
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Mechané: Mecanismo de voo; encontrava-se dentro da skenotheke (local onde ficavam as máquinas).
Tragédia
Seu
ápice foi com Péricles que investiu bastante no teatro. Ocorreu a
guerra contra os Persas, onde Atenas vence a batalha. Criou-se a Liga
do Peloponeso (ligação de polis a fim de fortalecimento contra
estrangeiros). Esparta vendo o poderio de Atenas provocou a Guerra do
Peloponeso, causando o destroço da primeira. Os espetáculos eram
financiados pelos corégios. A ação no palco é mínima,
concentrada. Não se expunham ações violentas. O mito contado já
era conhecido do público, assim, o importante era como o poeta o
contaria. Não existia a evolução de personalidades individuais ou
de conflitos pessoais. Todo o representado deveria servir à maioria
da população. Mensageiro e não Teicoscopia (visão através da
parede, fora de cena), pois ele narra o que aconteceu. As odes
surgiram a partir da festa dos nobres que convidavam os artistas;
originou as agonísticas, a fim de celebrar os feitos dos atletas. No
acompanhamento era preferível a flauta à cítara. Nunca houve mais
que 3 atores – exceto em algumas peças de Aristófanes onde se
encontravam 4. As Grandes Dionísias serviam para exaltar a riqueza
da cidade e as suas opiniões.
Há
as cenas de catástrofe, onde era proibida a demonstração de
violência e atos grotescos; reconhecimento, tanto de alguém como
algo, eis a cena de Édipo se reconhecendo como assassino do próprio
pai e esposo da mãe; patética, sofrimento explícito, Electra em
relação à morte de seu pai causado pela mãe dela; ágon ou
enfrentamento de dois personagens, Édipo X Tirésias.
As
peças, segundo grandes estudiosos da arte dramática como Martin
Éslei, Bertolt Brecht e o brasileiro Augusto Boal, tinham caráter
coercitivo, primeiro porque toda a boa ventura construída pelo Herói
se desfaz de maneira trágica, não só para o próprio, mas também
para os seus (no mais das vezes). Assim, o cidadão médio era levado
por processo de empatia a se identificar com o herói e com ele
expurgar-se de todo mal, uma vez que a platéia, em termos psíquicos
ligados ao fenômeno da empatia, morria com ele, mas uma vez
expurgado seus males renascia para uma nova perspectiva de vida. E
nesta outra vida, pós-drama, jamais poderia querer exercer, ou mesmo
planejar, uma vida similar a do herói; em segundo porque o Estado
trabalha na perspectiva de valorizar fatos heróicos, individualizar
ações em contraponto às ações de âmbito coletivo que é danoso
ao status quo dominante.
Temáticas:
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Mitologia grega;
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Conflitos entre o homem e o universo, questões do comportamento humano;
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Acontecimentos aterrorizantes: incesto,...;
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Destino trágico;
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Humano/Divino;
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Choque entre ethos e dáimon;
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Oposições temáticas entre poder, saber e querer: O personagem quer algo, mas sabe que não pode. Porém, o seu instinto faz com que ele sinta que pode. Faz e é castigado.
Objetivos:
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Retratar a vida ideal do cidadão grego;
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Representar o sofrimento e a nobreza das ações humanas;
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Exaltar aos Deuses;
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Purificar as emoções do público (catarsis) através da piedade e do terror.
Autores
da Tragédia:
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Ésquilo: Primeiro grande autor grego. Era soldado (combateu na Batalha de Salamina). Ele mesmo interpretava as suas personagens. Suas peças tinham um “quê” político. Transformou o silêncio em texto dramático (“Os Persas”). Dinamizou o coro. Diminuiu o número de Coreutas de 50 (Ário) para 12. Criou cenários móveis e o 2º ator. Aperfeiçoou as máscaras para que elas pudessem ser postas no rosto. Usou o 3º ator (Criado por Sófocles). Desenvolveu as máscaras (mais expressivas) e calçados (maior altura aos coturnos). Aumentou as partes representadas pelos atores. Falava sobre os mitos dos Deuses. Divindades muito reverenciadas. Preocupou-se com o poder e estrutura da sociedade do que com o humano. Trilogias interligadas. Investigando o problema do sofrimento humano em sua última trilogia, Ésquilo chega à conclusão de que é o mal no homem e não a inveja dos deuses que destrói a felicidade. Sobraram apenas 7 obras suas. As mais famosas são: “Prometeu Acorrentado” e a Trilogia “Oréstia”.
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Sófocles: É considerado como o maior tragediógrafo de todos. Era jovem enquanto Ésquilo batalhava em Salamina. Retirou dinheiro das tropas para dar ao teatro. Glória aos deuses – principalmente à Atenas. Estoicismo (o único bem do homem é a virtude). Conduz a cena ao horror trágico final. Criou o 3º ator. Aperfeiçoou o cenário – pintando-o e movimentando a partir do sistema de trocas dele. Rompeu o costume de trilogias que se ligam, passando a ser desconexa. Divindades pouco reverenciadas. “Nada em excesso”. O coro passou de 12 para 15 para que fizessem movimentos lineares e triangulares. Mascarás com expressões maiores e com mais detalhes. Duas origens de sofrimento: paixão e moira: a paixão era como uma desmedida, pois o personagem entrava em estado de fraqueza; a moira é o destino trágico, irreparável. Personagens nobres e da realeza. Foi o grande vencedor das Competições. Herói: acredita ter poderes divinos (Deus); age como um animal (Besta); sabe que vai morrer (Humano). Há dois tipos de sofrimento em suas tragédias - aquele que advém de um excesso de paixão e aquele que brota de um acidente. O mal produzido pelo homem é formado no molde fixo do caráter humano e o acidente decorre da natureza do universo. Embora Sófocles aceitasse oficialmente os deuses gregos, estes não afetavam sua filosofia. Sobraram 7 obras. As mais famosas são: “Antígona”, “Electra” e “Édipo Rei”.
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Eurípides: Foi criado para ser atleta. Era o mais zoado de todos os tragediógrafos, pois escreveu para o povão. Vivia recluso em sua caverna. Não interpretava. Abusou da filosofia e eloquência, permitindo a passagem do antropomorfismo de homem à espiritualidade de Platão. Sentimentos e ideias mais importantes que os atos. Sofismo (argumenta uma mentira que passa a ser verdade) sendo atacado por Aristófanes. Protege os fracos e oprimidos. Ele colocou as mulheres como personagens destaque. Restaram 18 peças. As mais famosas são: “Medeia” e “As Fenícias”. O único drama satírico que sobrou é o seu: “O Cíclope”.
Estrutura
da Tragédia:
Seguia
a estrutura Aristotélica. Geralmente tinha 5 episódios.
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Prólogo: Introdução. Conta-se o mito.
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Párodo: Entrada do coro.
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Episódios: Ação.
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Estásimos: Intervenções do coro que separam cada episódio.
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Êxodo: Saída do coro.
Comédia
Considerada
inferior à tragédia, originou-se do Cosmos – rituais em favor à
fertilidade onde ocorriam “carnavais” com pessoas fantasiadas de
animais. Outro foi a partir dos mimos, que eram esquetes
improvisados. Era pagã em comparação à religiosidade da tragédia.
O coro vestia-se de animais.
O
maior autor foi Aristófanes:
Opõe-se a tudo: políticos, antigos dramaturgos (principalmente
Eurípides). Defendia os oprimidos do poder. O coro incita o “querer”
do protagonista. O seu coro era de acordo com o título da obra: em
“As rãs” havia um coro de rãs. Dominava a ligação dos
elementos (apólogo, fábula, e quadros da comédia). Criou a comédia
política. Sobraram 11 obras. As mais famosas são: “As nuvens”,
“As aves”, “As rãs” e “Lisístrada”.
A
sua estrutura era:
a)
Prólogo: Introdução.
b)
Párodo: Entrada
do coro.
c)
Ágon: disputa
de pontos de vista entre duas personagens.
d)
Parábase: o
coro para
e vira-se ao público para discutir algo sobre a sociedade.
e)
Episódios: Ação
f)
Êxodo: Saída
do coro.
Comédia
nova (Néa)
Ideal
da família. Personagens-tipo. Ênfase no homem e no amor. Guerra do
Peloponeso e fim da coregia com início de investimento do Estado.
Não há mais párodo, ágon e parábase. Coro passa de 24 a 8
coreutas e não intervém na ação. Sátira e volta à mitologia com
Paródias (comédia
nova).
Sátira de costumes e condições sociais. Vida privada – diferente
da Antiga:
vida política e social. Linguagem simples. Personagens violentos e
passionais. Conflito de gerações e classes – além do amor
impossível. Tom burguês. Ideais Aristotélicos. Inspirou o Teatro
Romano.
Seu
maior escritor foi Menandro:
Ateniense
representante da burguesia aristocrática. Sua obra é considerada
stataria (ação lenta, poucos incidentes, econômica). Não usa
gírias, nem pornografia. Escreveu 107 comédias, tendo apenas 8
vitórias. Dyskolos (O Misantropo) – obra inteira, papiro do séc.
III d.C. (1959). Não menciona presença de coro. Epitrépontes (A
Arbitragem) – 750 versos. Escreve sobre amor. “O Citarista”, “O
Herói,” “O Espectro”, “A Mulher de Samos”, “O Camponês”,
“A Mulher de Cabelos Cortados”, etc.: fragmentos.
Competições
O
tirano Psístrato organizou as primeiras competições. No primeiro
volume da Arte poética, Aristóteles formula as regras básicas para
a arte teatral: a peça deve respeitar as unidades de tempo (a trama
deve desenvolver-se em 24h), de lugar (um só cenário) e de ação
(uma só história). Pode-se citar as Lenianas, tragédia e comédia;
e as Dionisas, tragédia.
Conhecidas
como ágon, elas ocorriam durante uma semana inteira. No primeiro
dia, conheciam-se os competidores; no segundo, procissão e provas
ditirâmbicas; no terceiro, comédia; do quarto ao sexto, as
tragédias; no sétimo, a premiação. A cada dia era mostrada uma
trilogia trágica + um drama satírico. Os jurados passaram de
oficiais ao público. O vencedor ganhava uma coroa de louros e
cordeiro. O segundo colocado, ao invés de cordeiro, recebia 100
latas de azeite. Na comédia, ao invés de cordeiro, recebiam vinho.
As mulheres eram proibidas de assistir às comédias e atuar. No
último dia, elas poderiam fazer tudo o que não poderiam durante o
ano – carnaval. Os atores eram muito valorizados. Na Comédia
Antiga, a graça estava na crítica política; na Nova, nos
personagens.
Máscaras
Os
atores usavam máscaras. A primeira, de Téspis, era junto a um
cajado e era totalmente branca. Após o tempo, foi se aperfeiçoando
e feita para ser colocada no rosto. Elas tinham a habilidade de
evocar a voz do ator. Cada uma representava um personagem. A
diferença entre as de tragédia e comédia, é que as últimas eram
grotescas, provocando o riso.
Figurino
Na
tragédia os atores utilizavam uma túnica até aos pés, chamado
quíton, e o coturno; na comédia usavam-se roupas próximas às
utilizadas pelos cidadãos e calçavam-se sandálias. Só o ator
usava coturno – a fim de ser diferenciado do coro. Colocavam
enchimentos para tornar o personagem cômico. Rei e rainha usavam
púrpura; adivinhos, cinza e bata Agrenon.
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